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O QUE É A REDE?


A Rede Brasileira de Cidades Inteligentes e Humanas (RBCIH) foi criada em 2013, no âmbito da Frente Nacional de Prefeitos – que congrega as 420 maiores cidades brasileiras -e até o ano de 2017 reunia secretários e dirigentes municipais de ciência, tecnologia e inovação, bem como secretários municipais de desenvolvimento econômico.

Em 2017, após um forte crescimento e com a entrada de pesquisadores das principais universidades brasileiras, bem como de entidades da sociedade civil, foi criado o Instituto Brasileiro de Cidades Inteligentes, Humanas e Sustentáveis (IBCIH) que atualmente é a instituição que abriga a RBCIH.

A fim de criar um conceito comum para todo o Brasil, e com características que fossem bem brasileiras sobre o tema, a RBCIH reuniu membros das universidades e de setores da iniciativa privada para escrever um documento intitulado: “Brasil 2030: Cidades Inteligentes e Humanas”, que tem norteado nossas ações em todo o País. A partir desse documento, as instituições parceiras do setor acadêmico e da iniciativa privada passaram a fazer parte da Rede.

Esse documento está em fase de revisão, tendo em vista a evolução do tema ao longo dos anos, e em breve estará publicado em nosso site.

No ano de 2016, constituímos a Frente Parlamentar Mista em Apoio às Cidades Inteligentes e Humanas e estamos discutindo os avanços necessários em termos de legislação, para que se possa facilitar o desenvolvimento das cidades como Inteligentes e Humanas.

O IBCIH é uma instituição que faz parte do Conselho Nacional de Ciência e Tecnologia da Presidência da República e tem atuado também junto ao Governo Federal, nas políticas nacionais para o desenvolvimento de cidades inteligentes.

O conceito de Cidade Inteligente e Humana que a Rede trabalha é:

“As Cidades Inteligentes e Humanas são aquelas que trabalham de forma integrada suas cinco camadas: as pessoas, o subsolo, o solo, a infraestrutura tecnológica, e a plataforma de internet das coisas. O foco é a qualidade de vida das pessoas e o seu desenvolvimento criativo e sustentável. Com a integração das cinco camadas, tem-se a garantia de que os dados e informações gerados e captados estejam disponíveis de forma transparente para toda a sociedade e que o poder público possa executar uma gestão eficiente e eficaz, economizando recursos. Com o foco nas pessoas, tem-se a garantia de que a cidade inteligente e humana se efetive, tendo em vista sua implantação ser uma jornada e não uma ação de curto prazo. Não existe um modelo de cidade inteligente e humana que possa ser replicado para qualquer cidade. Cada cidade tem as suas vocações e, somente levando isso em conta, se consegue estruturar um projeto que realmente seja efetivo.”