As cidades inteligentes e o nosso trabalho

As cidades inteligentes e o nosso trabalho



Em 2050, as cidades conectarão diferentes sistemas de informação e de operação, facilitando a mobilidade dos cidadãos. A integração da mobilidade e conectividade urbana proporcionará ao indivíduo novas opções eficazes de ações no trabalho, no lazer e nas suas relações sociais. O incremento das conexões por big data, a partir da aprendizagem com os comportamentos individuais e coletivos, dará inteligência e simplicidade às soluções para segurança e locomoção, bem como para outros problemas corriqueiros.

Mas as cidades se tornarão mais frias? Acredito que elas se tornarão mais inteligentes. Conexões futurísticas permitirão às pessoas colocar o tempo delas a serviço do que realmente gostam e querem, e não a serviço do que não é eficiente, como trânsito, transporte público, ou fazer compras no supermercado, algo que poderia ser muito mais otimizado. A interconexão traz eficiência para os processos e mais tempo para as pessoas estudarem e conviverem.
Assim, novos negócios também devem aparecer para dar conta do tempo livre das pessoas. Os mercados de Educação e entretenimento deve crescer, porque é neles que investimos quando temos tempo e recursos financeiros disponíveis.

E o mundo também muda sob a ótica do emprego. A economia colaborativa tem seu conceito fundamental aplicado no trabalho. As pessoas passam a dedicar os serviços delas de acordo com a necessidade não de uma, mas de várias empresas. O regime de contratação também tende a mudar, colocando em foco cada vez mais a relação pessoa física – pessoa jurídica. Esse sistema se torna cada vez mais forte, mas disruptivo e mais desintermediado. E, assim, as pessoas realmente boas, que entregam serviços diferenciados, têm mais poder aquisitivo, porque elas conseguem atender vários clientes e ter um preço um pouco maior. Sob este aspecto, vemos que pode haver mais dinheiro em circulação nesta nova economia que vem por aí.
E como preparar as novas gerações para tudo isso? A educação precisa ser cada vez mais colaborativa e menos competitiva. Vemos que as escolas que primam por alunos cocriando tendem a ser diferenciadas. A questão multi-idiomas também é muito importante neste contexto para ajudar numa cocriação mais globalizada.

As empresas ou grupos contratantes (se considerarmos o novo contexto) devem investir tempo no aculturamento dos jovens. O treinamento precisa ser cada vez mais focado em relações, em como trabalhar junto, como trabalhar neste ambiente, do que no aspecto técnico. O conhecimento técnico está muito mais estabelecido nas redes sociais, está disponível e de fácil acesso. Também é necessário investir tempo no desenvolvimento de metodologias para se falar a mesma coisa, o mesmo código, por exemplo, quando uma pessoa começa um trabalho e a outra dá continuidade.

Portanto, todas as mudanças urbanas e de mobilidade tendem a tornar as cidades, as relações humanas e o nosso trabalho cada vez mais colaborativos.

Siga confiante e boa sorte!  

Fonte: dgabc, Cíntia Bortotto





Primeira universidade sem professores é inaugurada no Vale do Silício

Primeira universidade sem professores é inaugurada no Vale do Silício

Curitiba é escolhida capital latina das cidades inteligentes

Curitiba é escolhida capital latina das cidades inteligentes

Há um apetite no Brasil para inovação, diz sócio de maior aceleradora do mundo

Há um apetite no Brasil para inovação, diz sócio de maior aceleradora do mundo

Existem 1195 versões de criptomoedas no mundo: conheça as principais

Existem 1195 versões de criptomoedas no mundo: conheça as principais

Nubank anuncia lançamento de conta-corrente: a NuConta

Nubank anuncia lançamento de conta-corrente: a NuConta

A tecnologia vai permitir o Walmart economizar milhões eliminando caixas

A tecnologia vai permitir o Walmart economizar milhões eliminando caixas

O Shopping Center tradicional está para morrer (e vai nascer algo no lugar)

O Shopping Center tradicional está para morrer (e vai nascer algo no lugar)

Mais um exit no Brasil: Linx compra startup ShopBack por R$ 39 milhões

Mais um exit no Brasil: Linx compra startup ShopBack por R$ 39 milhões

60% dos jovens estão aprendendo profissões que vão deixar de existir

60% dos jovens estão aprendendo profissões que vão deixar de existir

13 startups que estão mudando o varejo no Brasil

13 startups que estão mudando o varejo no Brasil



Paginas ( 1 / 41 ) Próxima