Novos modelos de negócios para cidades inteligentes

Novos modelos de negócios para cidades inteligentes



As administrações municipais têm o desafio de resolver os problemas das cidades e promover um desenvolvimento urbano sustentável. Este é o objetivo da Nova Agenda Urbana, defendida pela ONU-Habitat, da qual o Brasil é signatário.

As soluções smart city são ferramentas com imenso potencial para superar os problemas das cidades e melhorar a gestão urbana. No entanto, elas demandam evolução na forma de organização e atuação da administração pública, principalmente, ao nível municipal.

Esse tema será debatido no painel “Novos modelos de negócios para cidades inteligentes: os desafios da administração pública” que ocorrerá no dia 18/04, de 14:00 às 15:30h, como parte da programação do Congresso Smart City, No Expor Center Norte, em São Paulo, entre os dias 16 e 18 de abril deste ano.

No painel, do qual serei moderador, especialistas de alto nível trarão suas contribuições ao debate: Rayne Moraes, Oficial Nacional para o Brasil, ONU-Habitat; Gabriel Mann dos Santos, Chief Commercial and Innovation Officer, ENGIE Brasil; Sergio Lopes Cabral, Economista, Diretor SP Parceiras, Prefeitura de São Paulo; Pablo Cerdeira, Professor, Coordenador/Head | Centro de Tecnologia e Sociedade. FGV Direito; Rodrigo Ushoa, Diretor de Novos Negócios e Digitalização, Cisco Brasil Ltda

As soluções smart cities se caracterizam por um alto grau de convergência, flexibilidade e integração de atividades, num ambiente de inovação constante.

No entanto, isso não costuma caber nos processos e modelos de contratação utilizados pela administração pública, marcada por uma estrutura setorial e hierarquizada, mais focada nos meios que nos fins.

Por exemplo, para a abordagem smart city, um poste de luz é, de fato, um ponto de conexão, de convergência para vários serviços: gestão de trânsito, de monitoramento de limpeza urbana, de vigilância, de acesso à internet, e sabe-se lá mais o que está para ser descoberto.

Neste exemplo, temos várias diferentes áreas da administração pública envolvidas, que costumam atuar com baixo grau de integração. Isso tem sido um complicador para contratações e gestão de contratos, bem como para potencialização de novos modelos de prestação de serviços e, ao mesmo tempo, de geração de receitas e de novos modelos de negócios.

Nesse sentido, as soluções para cidades inteligentes implicam, não somente na dimensão tecnológica, mas também em novos modelos de contratação e gestão de produtos e serviços. Em outras palavras, novos paradigmas para a gestão urbana, que envolvem integração, flexibilidade e longo prazo para fazer frente ao intenso processo de inovação tecnológica.

O Novo Marco Legal da Inovação traz alguns avanços para o setor público com relação às formas e procedimentos de contratação de serviços de tecnologia. Esses avanços precisam ser bem entendidos, e sobretudo, explorados para que as soluções smart city possam contribuir para uma gestão urbana mais eficiente e, com isso, para que tenhamos cidades mais inteligentes e sustentáveis.

Para tanto, os nossos debatedores tratarão de questões como:

Qual a relevância da questão da integração setorial e a pertinência das soluções smart city para implantação da Nova Agenda Urbana para Cidades Sustentáveis?

Como potencializar arranjos institucionais que permitam a administração pública acompanhar a evolução das soluções smart city?

Quais as oportunidades e desafios para adoção das soluções smart city por parte da administração pública?
Como potencializar os modelos de negócios gerados a partir das soluções smart city para a gestão urbana tendo em vista as formas de contratação utilizadas pelo poder público?

Com este debate, esperamos chamar atenção para o tema que é de grande relevância para administrações municipais, para o setor privado, mas, principalmente, para as pessoas, que merecem cidades que ofereçam melhor qualidade de vida.

Fonte: Sobre Urbano





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